Pular para o conteúdo principal

A culpa é do operador de monitoramento?


Constantemente nos chegam noticias sobre a utilização dos diversos sistemas de segurança eletrônica e de como colaboram para um sistema integrado de segurança na prevenção de eventos contra o patrimônio e a vida.
O que o monitoramento faz na realidade é tratar os eventos por excessão, ou seja, se ocorrer uma mudança de ambiente em relação ao que é considerado normal,  deverá ser monitorado.
Acontece que existem mudanças no ambiente que não são monitoradas e podem afetar o funcionamento do sistema de segurança eletrônica pois não são consideradas importantes para o funcionamento do sistema. Para manter a confiança do funcionamento dos sistemas de segurança eletrônica as empresas devem elaborar um cronograma de manutenções preventivas, treinamentos e auditorias do sistema como um todo principalmente das equipes de operadores porque após a realização do 1º treinamento geralmente ocorrem mudanças no ambiente monitorado,  no funcionamento do sistema e no quadro de pessoal.
Quando ocorrem essas mudanças sem a devida adaptação, acompanhada pelo especialista, os novos operadores passam por um treinamento rápido e são fornecidos alguns macetes para manter o sistema funcionando. Acontecendo eventos reais onde são exigidos conhecimentos sobre o funcionamento do sistema (que só foram passados pelo instrutor habilitado no período de implantação)  é que se percebe que as falhas muitas vezes aconteceram pela falta de conhecimentos do operador para interpretar situações especificas afinal ele não foi devidamente treinado e auditado. As mudanças e adaptações no sistema quando não são tratadas corretamente com relação a instrução ficam restritas a quem acompanhou o serviço ou pela informalidade passada para o operador sem avaliar a real adaptação para a mudança. Resultado: falhas no sistema de monitoramento, prejuizos financeiros, riscos à vida, queda de credibilidade do sistema de segurança e não muito raramente a culpa é colocada sobre o operador.
Uma maior atenção ao tratamento de mudanças de ambiente, validação dos novos procedimentos diante da mudança, documentação, auditoria e treinamentos,  podem evitar grandes prejuízos e diminuir as falhas dentro do sistema integrado de segurança.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CURSO DE SEGURANÇA ELETRÔNICA PARA GESTORES Em mais uma parceria com a Estacio de Sá - FIB será realizado curso de EXTENSÃO EM SEGURANÇA ELETRÔNICA PARA GESTORES . Alunos da Estacio, associados da ABGS, adesguianos e menbros do CONSEG ARATU terão desconto especial em torno de 17%. Aulas às quintas das 19:00 às 22:00 horas. As incrições podem ser feitas no próprio site http://protecaoeletronica.blogspot.com e será confirmada após a localização do depósito que deverá ser feita na ag do Bradesco 3173 e c/c 0034987-9 em nome de Sergio Roberto Barbosa de Santana. OBJETIVO Transmitir informações que capacitem os profissionais de segurança a realizarem uma análise das necessidades de um sistema de segurança eletrônica, diante das vulnerabilidades encontradas no cliente e apresentarem soluções que possam aumentar a efetividade do sistema integrado de segurança e que possibilitem a discussão para criação de um projeto para contratação desse subsistema. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Demo...

ALUNO PALESTRANTE

O ALUNO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA EXCELÊNCIA EM SEGURANÇA EMPRESARIAL GLADSON TAVARES SERÁ O ALUNO PALESTRANTE DO IV FÓRUM DE SEGURANÇA EMPRESARIAL DA BAHIA E TERÁ COMO TEMA:IMPACTO BLINDADO, CARRO FORTE. Destaca-se no mercado por ser um excelente instrutor e terá a oportunidade de mostrar o resultado de sua experiência durante o Fórum. Especialidades : INSTRUTOR DE TIRO (AFITEV). INSTRUTOR EM SERVIÇO DE TRANSPORTE DE VALORES. INSTRUTOR EM ESCOLTA ARMADA. INSTRUTOR EM SEGURANÇA DE DIGNATÁRIO. 1º SGT PM; MEDALHA DUAS ESTRELAS DE PRATA, 20 ANOS. MONITOR EM CURSO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS. MONITOR EM CURSO DE TÁTICAS ESPECIAIS. MONITOR EM CURSO DE SEGURANÇA DE DIGNATÁRIOS. MONITOR EM CURSO DE SOBREVIVÊNCIA (MAR, TERRA E SELVA).